terça-feira, 31 de maio de 2016

Carro, Táxi ou Uber?

Atualmente vivemos em um ambiente com várias opções de deslocamento urbano. Mesmo sabendo-se que o assunto é polêmico não podemos deixar de considerar o uso do Uber em nossas viagens caso isso represente uma economia. Também é importante pensarmos se realmente é necessário ter um carro particular para poder fazer os percursos diários e os de lazer. Desconsiderando as opções menos confortáveis como os transportes públicos e moto é importante ter na ponta do lápis qual opção é mais vantajosa para você se deslocar.

http://arte.folha.uol.com.br/mercado/2015/11/18/calculadora-taxi-carro-uber-zaz/

Para poder auxiliar nos cálculos o site da folha junto com o economista Samy Dana da FGV criaram uma calculadora que coloca todas as taxas, impostos e custos na ponta do lápis e você poderá utilizar para decidir qual é a melhor opção para seu conforto e bolso.

Para utilizar você deve escolher o meio de transporte e clicar no (+) e incluir os valores que são pedidos pela calculadora. Você deve também informar a quantidade média de quilômetros que se desloca e uma taxa para o cálculo do custo de oportunidade você poderá usar a rentabilidade da poupança ou títulos públicos como exemplo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/11/1709388-saiba-como-utilizar-a-calculadora-que-projeta-valores-de-carro-taxi-ou-uber.shtml

terça-feira, 14 de maio de 2013

Estudo fundamentalista VALE5


Estudo fundamentalista VALE5


Para quem está interessado em uma analise pela ótica fundamentalista da Vale, o vlog Equipe Trader, realizou nesse 29/04/2013 um vídeo explicando os pontos da análise fundamentalista.

Aproveite!


domingo, 10 de março de 2013

Quer iniciar na bolsa? Veio ao lugar certo!

Separei uma lista de alguns vídeos que ensinam para o quem quer iniciar na bolsa.
Divirta-se!


Primeiros passos para investir na Bolsa

Conheça as primeiras etapas para um novo investidor iniciar a sua jornada na Bolsa; desde a definição dos objetivos até as principais opções de investimento. Saiba mais também sobre as corretoras e como elas orientam e facilitam o dia a dia de investidores iniciantes e experientes.

Como Investir na Bolsa


Para quem quer investir na Bolsa de Valores via Home Broker e não sabe como começar, este vídeo foi feito para VOCE! Adriano Moreno dá valiosas dicas.

Home broker: entenda na prática


Muitas corretoras oferecem para seus clientes o serviço de Home Broker, que permite ao investidor negociar ações pela Internet, onde estiver. Conheça mais sobre as funcionalidades e os termos utilizados nessas ferramentas.

Iniciante na Bolsa de Valores - Como investir.


Compras de Ações na Bolsa de Valores para o Iniciante









domingo, 3 de março de 2013

Teoria das restrições entendida de forma fácil


Trabalho com desenvolvimento de software e no mundo do desenvolvimento existe o paradigma da produção ágil. A meta trata de conceitos comuns para qualquer tipo de produção como: prioridades, foco no cliente, gargalos, fluxo de informações, ambiente informativo (cartões, etiquetas, cores), estoque como prejuízo (software não utilizado), equipe energizada, entre outros. O Interessante é que em determinado ponto do filme é sugerido que uma máquina deixe de produzir para aumentar a produtividade e em outro momento é discutido que uma máquina modifique sua programação diversas vezes durante o dia que muitos consideravam como algo improdutivo. O conceito central da teoria das restrições é o ganho geral para a produção o que difere do senso comum de otimização localizada.

A teoria das restrições é um conceito muito útil para qualquer produção seja industrial seja de software.



A Meta - dublado completo.

Este filme é baseado no livro homônimo de Eliyahu M. Goldratt que conta a história do gerente de uma fábrica da UniCo, Alex Rogo, que encontra-se com um grande problema em seus negócios. O conceito chave do filme se baseia na teoria das restrições. O autor fala sobre os conceitos através de uma história fictícia, mas, que muitos irão se identificar.
Aos olhos da população Alex possui uma vida perfeita, uma família adorável, uma mulher bonita e dedicada, sucesso profissional ainda jovem, respeito dos funcionários, etc. Certo dia ao chegar ao escritório recebe a visita do vice-presidente da companhia, Peach, este, furioso, faz um ultimato em apenas 3 meses Alex precisa resolver o problema de produção e fazer dar lucro, ou então, fechará a fábrica. O protagonista contará com o apoio de um antigo professor excêntrico, Jonah, que age como um guru, mas, da conselhos que fogem do senso comum nunca de forma objetiva fazendo com que o personagem pense em como resolver no cenário de sua fábrica. Durante o filme Alex também conta com os problemas comuns de um profissional atarefado, como uma crise no casamento, falta de atenção para os filhos, vida atrapalhada e um grande estresse no ambiente de trabalho.
Será que Alex conseguirá entender o novo paradigma para entregar a produção em dia? Será que ele conseguirá dar o lucro desejado pelos executivos e salvar o seu emprego e a fábrica de ser fechada? Aprenda sobre restrições e gargalos com esse novo paradigma e ainda se divirta com uma história bem interessante, quem sabe você esteja no mesmo papel que Alex Rogo?



Pílulas de Gestão - Teoria das Restrições. Por Fernanda Zannoni. fonte: (FernandaZannoni) https://www.youtube.com/watch?v=YTev-6hLZA0


Eliyahu Moshe Goldratt

Eliyahu Moshe Goldratt (31 de março de 1948 - 11 de junho de 2011) foi um físico israelense que se tornou consultor de administração e um dos proponentes da Teoria das restrições (Theory Of Constraints). Ele afirmava usar o método científico para resolver os problemas das organizações.
Foi o autor de vários livros escritos em estilo de novela, abordando temas como logística de produção, logística de distribuição, planejamento estratégico, gerenciamento de projetos, finanças, marketing, tecnologia da informação, entre outros.
O seu livro "A Meta" introduz aspectos da contabilidade e da produtividade criando um novo enfoque de análise chamado "Mundo do Ganho" em oposição ao chamado "Mundo do Custo". É considerado uma obra importante no campo da melhoria da produtividade e de toda decisão gerencial focada na lucratividade.
Foi quem primeiro falou sobre a Síndrome do Estudante em seu livro intitulado Critical Chain.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eliyahu...
https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Meta
https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrent...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Falhas de Mercado e Falhas de Governo

Em um artigo muito bem elaborado o site foco liberal listou os problemas conhecidos pela 'Mão invisível' do mercado e os problemas já bastante conhecidos da existência de um estado. Este artigo está bem produzido  e apesar de já sabermos a opinião do site ele não é tendencioso colocando as claras os problemas de ambos os atores.

Fonte: http://www.focoliberal.com.br/blog/falhas-de-mercado-e-falhas-de-governo


Todas as iniciativas que compõem esse site (1) tem como objetivo demonstrar – com argumentos, lógica, dados empíricos, dados históricos e até mesmo com o humor – a superioridade do livre-mercado como promotor do progresso e do bem-estar dos indivíduos e, consequentemente, de toda a sociedade, além dos aspectos morais que cerca a filosofia libertária. E para isso não se faz necessário “dourar a pílula”, inventar meias-verdades, melindres ou qualquer tipo de retórica populista. Tomo por verdade o fato de escrever para adultos ou para jovens em vias de se tornar um.
Sendo assim, digo que muitas vezes posso deixar transparecer que o capitalismo é perfeito, que com livre-comércio a pobreza do mundo acabaria, todos seríamos milionários e que nossa alma gêmea será revelada por anjos vindos do céu – ou que poderíamos comprá-la no Wall Mart.
Ledo engano.
Os mercados as vezes erram. Nada mais natural, afinal nós, indivíduos imperfeitos, compomos os mercados.
Falha de mercado é um conceito da teoria econômica que ocorre quando a alocação de bens e serviços pelos mecanismos de mercado, não regulados pelo estado e deixados livremente ao seu próprio curso não é eficiente. Podem ser vistos em cenários onde os indivíduos em busca dos próprios interesses levam a resultados que não são eficientes – que de alguma forma podem ser melhorados a partir do ponto-de-vista da sociedade.
Falhas de mercado são frequentemente associados com assimetrias de informação, mercados não competitivos, externalidades, ou bens públicos. A existência de uma falha de mercado é muitas vezes usado como justificativa para a intervenção do governo em um determinado mercado.
Os economistas estudam as causas do fracasso do mercado e possíveis meios de correção. Tal análise desempenha um papel importante em muitos tipos de decisões de políticas públicas. No entanto, alguns tipos de intervenções governamentais, tais como impostos, subsídios, salvamentos, controles de preços e salários, e regulamentações, incluindo tentativas de corrigir as falhas de mercado, acabam levando a uma alocação ineficiente de recursos, as chamadas falhas de governo. Assim, às vezes há uma escolha entre os resultados imperfeitos, ou seja, os resultados do mercado imperfeitas, com ou sem intervenções do governo.
As pessoas frequentemente solicitam a intervenção governamental na economia quando acreditam que o mercado está agindo de modo imperfeito. Implicitamente, a comparação é entre o modo falho segundo a qual o mercado realmente funciona, por um lado, e uma condição similar à de nirvana da perfeição da gestão governamental, do outro. As distorções nunca se desenvolvem no livre mercado? Claro que sim. Poucas pessoas ousariam dizer que o mercado é perfeito. Mas há uma longa distância entre mostrar que tais imperfeições existem e provar que elas seriam resolvidas ou mesmo mitigadas pela intervenção governamental. Na verdade, intervenções do estado na economia tendem a resultar em mais ineficiência, injustiça e, até mesmo, mais predação do que iríamos encontrar em um mercado completamente livre.
Vou citar números. Existem 4 tipos de falhas de mercado, e 14 falhas de governo, sendo muitas delas causadas por tentativas de corrigir falhas de mercado.

As Falhas de Mercado

Informação assimétrica: é um fenômeno que ocorre quando dois ou mais agentes econômicos estabelecem entre si uma transação econômica com uma das partes envolvidas detendo por tal meio informações qualitativa e/ou quantitativamente superiores aos da outra parte.
Concorrência imperfeita: Dividem-se em monopólios, oligopólios e monopsónio. Monopólios ocorrem quando uma única empresa produz determinado bem, não existindo nenhum bem substituto próximo. Oligopólios se formam quando um mercado é dominado por um pequeno número de empresas que, juntas, controlam sua maior parte. Monopsónio é quando há apenas um comprador no mercado, é quando só existe um único cliente para todos os fornecedores. Note que é muito difícil, em um ambiente de mercado completamente desimpedido, um desses tipos de concorrência imperfeita ocorrer. Hoje eles só ocorrem quando o governo, por imposição de leis, regulamentações ou outras barreiras.
Externalidades: É o custo gerados pela produção ou pelo consumo exercidos por um agente econômico e que atingem as demais pessoas de forma positiva ou negativa, sem que haja incentivos econômicos para que seu causador produza ou consuma a quantidade referente ao custo de oportunidade social – custos externos – e referem-se ao impacto de uma decisão sobre aqueles que não participaram dessa decisão. As externalidades podem ser negativas, quando gera custos para os demais agentes – a exemplo, de uma fábrica que polui o ar, afetando a comunidade próxima. Pode ser positiva, quando os demais agentes, involuntariamente, se beneficiam, a exemplo dos investimentos privados em um determinado negócio que acaba gerando, de forma indireta, mais empregos. As externalidades existem devido a ausência de mercado e direitos de propriedade bem definidos. Por exemplo, no caso de poluição de água, porque nem a indústria nem a comunidade detêm a água que está sendo poluída e, por isso, falta um mercado: o mercado da poluição. Neste mercado alguns agentes estariam dispostos a pagar para ver a quantidade de produção de poluição reduzida, quer dizer, a poluição teria um preço. Se a poluição de uma indústria infere custos aos moradores que vivem próximos a ela, esses moradores, detentores de propriedades, poderiam exigir ou o cessamento desta poluição ou algum outro tipo de indenização.
Bem público: É um tipo de bem não-rival e não-exclusivo, indivisível, o que faz com que todos os indivíduos tenham acesso à mesma disponibilidade. Defesa, iluminação pública, parques, praças e ruas são alguns exemplos de bens públicos, pois seu consumo é feito por vários indivíduos sem que seu custo seja maior do que se fosse destinado a somente um indivíduo. Além disso, não é possível excluir um consumidor pela capacidade de pagar pelo consumo de um bem ou serviço. Não são bens necessariamente providos pelo estado. O fornecimento de bens públicos pelos entes privados é de difícil implementação, uma vez que, a análise do custo-benefício é complicada e a dificuldade em restringir a utilização destes bens é uma tarefa complicada. Complicada, mas não impossível.

As Falhas de governo

Acredito que seja mais apropriado chamar de “falhas de estado”, pois TODOS os governos, de todos os países, de todos os partidos, estão sujeitos a várias delas. De qualquer forma, vamos seguir com o termo que dá o título a esse artigo pois foi esse o termo que convencionou-se.
Conforme vimos acima, numeramos 4 falhas de mercado. Para tentar corrigi-las, o estado cria diversos tipos restrições. O resultado? Nem precisamos procurar muito, está ai a olhos vistos. Basta abir um portal de internet qualquer para encontrar uma sequência interminável de falhas de governo. Mais um pouco de atenção e se verifica que governantes e parlamentares propõem sempre dois tipos de solução: aumentar impostos e baixar novas leis e regulamentações. Ou seja, acham que faltam dinheiro e regras. Será?
As escolas públicas estão em péssimo estado, os professores são mal pagos, as crianças não aprendem. Solução? A educação pública precisa de mais dinheiro. Então vamos tirar dinheiro das pessoas para dar mais recursos aos maus gestores da educação. Nem que isso tire oportunidades dessas pessoas que foram penalizadas com impostos de estudar – e pessoas que, com certeza, sabem aplicar seus recursos de forma muito mais adequada do que o MEC.
A saúde pública é horrível. Há muito desperdício com hospitais construídos mas sem funcionar, equipamentos encaixotados e ambulâncias paradas e empoeiradas. Falta competência para colocá-los em funcionamento. Autoridades dirão que falta, sim, dinheiro para o custeio, ou seja, para pessoal. Mas então não deveriam ter gasto dinheiro com isso, não? Equipamentos, ambulâncias e prédios parados engordam custos de manutenção, sem contar o desperdício e a perda financeira, pois as verbas poderiam ter tido uso melhor.
Milhões de brasileiros mantém algum tipo de convênio ou seguro-saúde e pagam pelos seus estudos. Pagam por algo que – dizem – o estado deveria oferecer “de graça”. Milhões de brasileiros pagam várias vezes para ter direito a médicos e professores: Pagam impostos que deveriam servir para cobrir o INSS e o MEC, pagam planos de saúde e escolas particulares e – surreal – ainda pagam impostos para isso. Vejam só, impostos sobre coisas que o estado se propõe a fazer, mas não faz. Pegue tinta guache e pinte um quadro com essa nossa realidade. Salvador Dali ficaria orgulhoso do seu trabalho.
Vamos então numerar as 14 falhas de governo.

Legislativo

Crowding out: Você já sabe que não existe almoço grátis. Talvez saiba que cada vez que um governante anuncie algum tipo de investimento público, recursos foram retirados de outras pessoas. Mas não é só isso. O estado também faz dívidas no presente para que gerações futuras as paguem. E como qualquer dívida, corre juros. Quando o estado implementa uma política orçamental expansionista, terá possivelmente de cobrir uma parte das suas despesas inerentes a essa política através da obtenção de fundos no mercado monetário, designadamente através da emissão de moeda ou títulos públicos. Ao emitir obrigações, o estado concorre diretamente com as entidades privadas que também utilizam os mercados monetários para se financiar. O resultado desta situação é o aumento das taxas de juros. Como consequência do aumento das taxas de juros verifica-se um efeito de diminuição do consumo e do investimento privado. Em suma, o estado concorre com o setor privado pelos recursos dos poupadores, diminuindo o crescimento econômico de toda sociedade.
Troca de favores: O processo pelo qual membros do legislativo ou do executivo compram ou vendem seus votos, por dinheiro, cargos ou financiamento para as próximas eleições. Uma das possibilidades existentes disso ocorrer ficou popularmente conhecido aqui no Brasil como mensalão. Mas não se engane, existem diversas outras formas disso ocorrer. E também não é um problema existente apenas no nosso país, é algo tão corriqueiro que os Estados Unidos recentemente regulamentaram a profissão de lobista – a qual não significa, de imediato, ser corrupto, mas digamos que há uma ligação clara entre uma coisa e outra.
Barril de Porco: A tendência dos legisladores para encorajar os gastos do governo entre seus próprios eleitores, mesmo não sendo eficiente ou mesmo útil. Legisladores mais experientes, com maior status e capacidade de “trazer para casa o bacon” tem maiores chances de serem reeleitos por esta razão, mesmo que suas visões políticas estejam em desacordo com o seu eleitorado.
Ignorância racional: Ocorre quando os custos para se realizar um estudo ou pesquisa excede os benefícios potenciais que esse conhecimento poderia fornecer. Por exemplo, digamos que o Ministério da Educação (MEC) gaste uma quantia substancial do seu orçamento realizando pesquisas e provas, mantendo uma vasta rede de regulamentações, burocracia, fiscalização e funcionários públicos. Claro, toda essa montanha de recursos deixa de chegar às escolas, que é o que deveria importar.

Administrativo

Interesse próprio – É possível, se não provável, que os administradores públicos estejam motivados pelos seus próprios interesses, querendo construir o seu próprio poder e prestígio. Eles, às vezes, aprovam políticas públicas que são populares ou lucrativo a eles, mas não são as melhores para o povo.
Monopólios públicos – Governos operam como um monopólio, pois não tem que enfrentar a concorrência de mercado, como proposto por estudiosos libertários como Murray Rothbard e Milton Friedman. Qualquer efeito de uma intervenção do estado que a princípio pareça ser positivo é questionável, pois não há parâmetros de comparação.
Objetivos conflitantes – o estado é frequentemente solicitado para atender objetivos conflitantes. Um exemplo disso é o Banco Central, que é encarregado de manter as taxas de juros e inflação em níveis administráveis, mesmo que ele só possa fazê-lo através da manipulação da oferta monetária. Se quer diminuir (ou aumentar) as taxas de juros, deve criar (destruir) o dinheiro, a fim de aumentar a oferta de fundos emprestáveis, mas isso vai aumentar (diminuir) a taxa de inflação. O Banco Central também influencia todas as operações de moedas no mercado aberto.

Regulamentação

Arbitragem regulatória: Sempre que uma instituição regulada aproveita a diferença entre o seu risco econômico real e a posição regulamentar.
Captura regulatória: A cooptação de agências reguladoras por membros ou por toda a indústria regulamentada. Rent-seeking e Ignorância Racional são dois dos mecanismos que permitem que isso aconteça.
Risco regulatório: O risco enfrentado por empresas do setor privado pela possibilidade de que alterações regulatórias possam prejudicar seus negócios. Exemplos recentes não faltam. A Anatel e a Aneel são exemplos recentes. E isso espanta pretensos investidores.

Avaliação de informações

Impacto ambiental: O apoio público para o transporte rodoviário reduz o custo operacional de um veículo; subsídios agrícolas incentivam os agricultores a utilizar áreas de florestas e campos que requerem aplicação mais intensa de fertilizantes e irrigação. Ambos têm um impacto negativo sobre o meio ambiente.
Informação imperfeita: Agências reguladoras não conseguem reunir informações do mercado com a mesma qualidade e velocidade que atores individuais.

Distorções do mercado

Por estruturas fiscais: ao organizar a tributação dos diversos mercados da economia, o estado acaba prejudicando mais alguns desses setores do que outros. Assim investidores podem desistir de um determinado mercado em prol de outros. Ou até mesmo realizar menos investimentos.
Por Regulação ordenada: ao determinar como um mercado deve trabalhar, o estado prejudica substancialmente as inovações. Soluções criativas se desenvolvem em maior quantidade e qualidade em ambientes de livre-mercado.
Por Subvenções: ao subsidiar alguns tipos de bens, outros podem deixar de ser postos no mercado, acabando com a possibilidade de inovações.
Por Presunção de risco: com a promessa de aliviar a tomadores de risco, o governo incentiva a tomada de riscos, cujos benefícios revertem para uma minoria ao espalhar a hipótese de que o risco em toda a população. Pensou nos resgates de empresas por parte dos governos, especialmente nos bancos públicos e privados, tanto no Brasil quanto no resto do mundo? Exatamente.
Consequência não intencional: Ocorre quando um mecanismo que foi instalado com a intenção de produzir um resultado é usado para produzir outro resultado diferente, muitas vezes conflitante. Por exemplo, a regulamentação dos preços dos aluguéis por um índice de inflação criada pelo próprio estado.
O economista austríaco Frederich Hayek apontou para o fato de que o conhecimento da humanidade está disperso entre os bilhões de seres humanos que habitam o planeta. Esse conhecimento muitas vezes possuir caráter tácito e não articulável, sua centralização em poucas mentes torna-se uma tarefa virtualmente impossível. Num livre mercado, o sistema de preços cumpre o papel de disseminador de informações, permitindo assim o uso descentralizado dos conhecimentos individuais. Os intervencionistas e socialistas de todos os tipos deveriam, portanto, apresentar algum mecanismo que substituísse o sistema de preços, tarefa na qual não foram bem sucedidos até o momento. E, acredito, nunca serão.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Procrastinação pode esconder problemas mais sérios

Seguindo a linha de artigo sobre produtividade, encontrei um artigo muito interessante no site ig que mostra  que a mania de adiar as tarefas pode revelar problemas, e não apenas preguiça, como depressão ou medo de fracassar.

O artigo é de autoria de Fernanda Tripolli e conta com a participação de Christian Barbosa, figura já conhecida quando o assunto é produtividade e otimização de tempo que foi um dos autores do livro Mais Tempo, Mais Dinheiro junto do também já conhecido guru das finanças pessoais Gustavo Cerbasi.

Recomendo que vejam os outros artigos sobre o mesmo tema para todos que querem otimizar seu tempo evitando o desperdício ou mesmo para quem não tem tempo para nada.

Fonte: http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-11-11/procrastinacao-pode-esconder-problemas-mais-serios.html

A mania de deixar tudo para depois vai muito além da preguiça e pode esconder o medo do fracasso. Veja se você é um procrastinador.

A procrastinação assume perfis diversos. O procrastinador por criação de problema adia as tarefas para mais tarde porque acha que terá mais tempo. O procrastinador comportamental até faz listas e planos, mas não segue nada do que foi planejado. E o procrastinador retardatário faz várias coisas antes de cumprir uma tarefa determinada anteriormente.
Segundo o psiquiatra norte-americano Bill Knaus em artigo publicado no “Psychology Today”, estes são os três perfis de quem tem mania de deixar tudo para depois. Mas, para a professora-titular da USP e terapeuta analítica comportamental Rachel Kerbay, a definição vai além.
Rachel trabalha há mais de 15 anos com o assunto e define o “autocontrole” – ou melhor, a falta dele – como a palavra-chave para entender este distúrbio. “O procrastinador quer sempre usufruir do resultado imediato. Não sabe planejar e criar condições para que as coisas aconteçam. Como ele segue só aquilo que é de seu interesse, perde o que poderia ganhar a longo prazo”, explica a professora.
Cada um com os seus motivos
É exatamente o que Carina Martins faz repetidas vezes. Redatora publicitária, ela precisa trabalhar em dupla com o responsável pela arte. Mas a fama de “deixar tudo para a última hora” já é bem conhecida entre os colegas e, no último emprego, chegou aos ouvidos do chefe. “Como eu também sou DJ, é muito fácil começar o dia procurando música e, quando me dou conta, passei o expediente inteiro fazendo outra coisa que não era o trabalho”, diz.
Carina também é do tipo que demora muitos dias para cumprir uma tarefa muito fácil, exatamente pelo grau de exigência ser menor. Só que quando o assunto é difícil, ela também trava. Daí o motivo é ter medo de encarar um desafio.
“Geralmente, o procrastinador tem medo do resultado e de uma avaliação pública. Daí o bloqueio e a decisão de não fazer nada. Para isso, ele encontra várias desculpas –muitas vezes externas, como tempo ruim, pouco dinheiro, falta de sorte – ou apela para a emoção para adiar os compromissos”, analisa Rachel.
O problema é que, na maioria dos casos, ele joga o trabalho para frente com a desculpa de que precisa de mais tempo para fazer determinado projeto, e nem por isso faz melhor. “Eu sempre falo, ‘semana que vem eu faço com mais calma’. Apesar da sensação ruim de angústia, acabo me enrolando de novo e dedico menos tempo do que o trabalho de verdade precisa. A saída, então, é o improviso”, confessa Carina.
Missão dada não é missão cumprida
Nesse nó de desculpas e enrolação, a preguiça – ao contrário do que muita gente acredita – não é a resposta do problema. É só ver a disposição da Carina para pesquisar música e fazer outras atividades que lhe dão prazer. Foi também o que concluiu Christian Barbosa, especialista em produtividade e autor do livro “Equilíbrio e Resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer”. Christian elaborou uma pesquisa e perguntou a mais de 4 mil pessoas a seguinte questão: “você procrastina atividades ao longo da sua rotina?”. 97,4% dos entrevistados responderam “sim”.
De acordo com o levantamento, exercício físico, leitura, saúde e planejamento financeiro são as quatro coisas mais adiadas. Por outro lado, casamento, comprar apartamento, mudar de emprego e férias são aquelas que as pessoas realizam com mais facilidade. “Não há nada de errado em procrastinar de vez em quando, o problema é quando isso começa a ficar crônico e passamos a adiar frequentemente coisas que não poderiam ser adiadas”, define.
“De maneira geral, as coisas pessoais acabam sendo as que mais adiamos. Talvez porque na vida pessoal ninguém fique cobrando que você leia determinado livro ou organize seu armário. Mas, no trabalho, você tem chefe e clientes que esperam o resultado de sua produção”, ressalta Christian.
A falta dessa figura pode ser uma das razões que faz o estudante Marcio Vincler viver sempre no atraso. Há alguns anos, ele passou a trabalhar com a mãe. Como precisa de dedicação semi-integral na faculdade de veterinária, e ainda dá expediente em uma clínica, o tempo disponível para escritório é bem reduzido e as regalias são muitas.
Apesar de admitir que não se incomoda com as brincadeiras dos colegas, ele sabe o quanto esse comportamento cria rótulos. “Eu não consigo chegar no horário em nenhum lugar e as pessoas já contam com a minha demora”, diz.
Rir de si mesmo nem sempre é a melhor saída
A descontração dos procrastinadores vai embora quando é proposta uma sessão de fotos para ilustrar esta reportagem. Aí, a desculpa da imagem a zelar fala mais alto. Situação parecida viveu Christian Barbosa: se na primeira fase de sua pesquisa, que era anônima, não teve dificuldades, tudo mudou quando ele deu início à segunda etapa, que era procurar personagens e entender o dia-a-dia desse grupo. “Eles simplesmente sumiram. Ou pediam para trocar os nomes, a idade, a profissão. A principal preocupação era não ser mal visto pelos colegas de trabalho”, explica.
Mesmo assim, o procrastinador é mais tolerado no Brasil do que em outros lugares. “O que dita a cultura são os costumes, os valores de um grupo. E a nossa não é a do fazer, mas o de empurrar. Temos um histórico de relações cordiais, em que os problemas se resolvem na base da amizade”, pontua Rachel Kerbauy.
O presente é o momento ideal
A pergunta diante deste jogo de empurra-empurra é: há uma luz no fim do túnel? Sim. “É preciso mudar as ações, as habilidades e a fala. Ou seja, o jeito de fazer das coisas”, afirma Rachel. É o que também acredita Christian Barbosa. “Infelizmente, na vida nem sempre teremos apenas coisas interessantes para fazer. É preciso aceitar isso”, diz.
Segundo ele, em muitos casos, adotar uma estratégia de produtividade dá bons resultados. Outra dica valiosa é defendida por Rachel. “Planeje os compromissos, crie alternativas factíveis e avance aos poucos. A recompensa neste caso não é material. É o sentimento de dever concluído que dá impulso à mudança e se torna mais satisfatório do que o mal-estar de um comportamento procrastinador”.



domingo, 20 de janeiro de 2013

Christian Barbosa: Classifique o seu tempo

Você sabe como usar o tempo adequadamente? Sabe o que está fazendo você desperdiçar seus preciosos minutos? Veja esse vídeo do Christiano Barbosa e descubra dicas de produtividade.


fonte: Você SA http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/videos/classifique-seu-tempo-730606.shtml

Os 7 pecados capitais do dinheiro

Artigo muito interessante do Você SA.
Autor: Chrystiane Silva (chsilva@abril.com.br)

Atire a primeira pedra quem nunca cometeu um pecado quando o assunto é dinheiro. Pode ser a inveja de alguém que tem um investimento que rende mais do que o seu ou a vontade de comprar muito, mas muito mesmo, sem conseguir se controlar. Os sete pecados capitais — gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e vaidade — fazem parte do cotidiano e todo mundo pode pecar em algum momento da vida. 

A origem deles é antiga, surgiram no século 6, quando o papa Gregório Magno (540-604 d.c.) deu origem à lista dos sete pecados capitais, usando como referência as cartas do apóstolo Paulo, escritas durante suas visitas religiosas às comunidades coríntia e romana. No século 13, a igreja católica reconheceu oficialmente esses pecados como infrações de caráter do homem. no mundo das finanças, os problemas começam quando esses pecados prejudicam sua relação com o dinheiro. 

Com a ajuda de nove especialistas em finanças pessoais, você vai aprender como fugir dos deslizes que podem comprometer seu planejamento financeiro e a realização dos seus sonhos.


Gula por tecnologia 
Quando a Apple anunciou a abertura de sua loja de músicas e filmes no Brasil, a iTunes Store, o engenheiro civil Luiz Augusto Pacheco, de 30 anos, pressentiu que teria problemas. Entre os sete pecados capitais, ele sempre comete o da gula. Nesse caso, a gula é a sua voracidade por comprar produtos tecnológicos. 

"Na primeira semana, gastei 300 dólares comprando músicas." O sócio da Inva Capital, empresa de investimentos, em Curitiba, Paraná, sempre foi aficionado de tecnologia. Quando era adolescente teve mais de 100 jogos para videogame. Hoje, ele tem todos os produtos da Apple e já comprou a recém-lançada Apple TV. Sabendo que sua tentação são produtos eletrônicos, Luiz faz um orçamento mensal que prevê a compra desses produtos.



Quando o assunto é finanças pessoais, o pecado da gula pode ser comparado ao consumo em excesso. Quem tem gula por compras, provavelmente, é mais suscetível a cair no endividamento para adquirir imediatamente o que deseja. "Antes de cometer esse pecado é preciso perguntar: eu realmente preciso comprar isso agora?", diz Ricardo Fairbanks, consultor da Dinheiro em Foco, em São Paulo. 

Quem decide que quer comprar um carro zero-quilômetro sem ter dinheiro vai pagar juros altos. É o custo da gula. Um automóvel que vale 35 000 reais, parcelado em 60 prestações, com juros de 1,5% ao mês, vai custar 46 208 reais quando você terminar de pagá-lo. Sendo que 11 208 reais serão gastos apenas com juros. Mas o pecado da gula também pode se manifestar na hora dos investimentos financeiros. 

O guloso sempre pensa nos ganhos rápidos e muda de aplicação sem considerar que pode perder grana. "Ele acha que não corre nenhum risco", diz a psicóloga Vera Rita de Mello Ferreira, representante no Brasil da Iarep (associação internacional de pesquisas em psicologia econômica, na sigla em inglês). Esse perfil é o mais propenso a cair em fraudes financeiras.



A proporção de avarentos no país é muito maior do que se imagina. De cada 100 pessoas, pelo menos 20 preferem guardar o dinheiro em investimentos seguros e não comprar nada, segundo levantamento feito por Raphael Cordeiro, consultor financeiro, em Curitiba, Paraná. 

Os avarentos adiam o consumo, não se permitem gastar nada além do planejado e, quando decidem investir, optam pela poupança. "Eles acreditam que estão guardando dinheiro, mas na verdade estão perdendo oportunidades de ver a grana aumentar em outras aplicações mais rentáveis", diz Raphael. Uma boa solução é começar a diversificar os investimentos, colocando uma parte em renda fixa e um pequeno percentual, 20%, em ações. 

A determinação de não gastar pode fazer com que os avaros façam negócios financeiros ruins. "Eles negociam tanto a redução das taxas de investimento que ficam com poucos serviços prestados pelas corretoras", afirma a economista Alexandra Almawi, da Lerosa Investimentos, em São Paulo. Uma solução para equilibrar a vida dos avarentos é recorrer ao planejamento financeiro. Com os objetivos definidos, fica fácil gastar grana com um carro novo sem sentir culpa.




Os luxuriosos gostam de ostentar produtos caros e requintados. "A ideia de consumir para ter status é frustrante porque é um caminho sem fim", diz Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais e professor da Universidade Federal de Santa Catarina. A luxúria é tão presente no mundo das finanças que o economista americano Thorstein Veblen fez vários estudos até sua morte, em 1929, e concluiu que o único objetivo do consumo é a ostentação.

Para ele, a acumulação de dinheiro e de bens materiais é menos uma necessidade e mais a busca de uma posição de honra na sociedade. É claro que todo mundo gosta de mostrar para o amigo o carro novo ou a roupa da moda, o problema é quando a busca do prazer do consumo é a única razão da vida. 

Eles não conseguem adiar essa busca e, por isso, geralmente, ficam endividados e investem pouco. Nesse caso, a solução é não gastar mais do que se ganha. "Mas, quando os luxuriosos decidem investir, preferem ser mais agressivos", diz Rogério Bastos, diretor da consultoria de investimentos FinPlan, em São Paulo. No entanto, a meta é ter a máxima rentabilidade para financiar seus caprichos, que são bem caros.



A preguiça é o pior pecado capital. No mundo das finanças, o preguiçoso é o principal candidato a perder dinheiro. É ele quem costuma deixar as prestações atrasar por preguiça de ir ao banco quitá-las. Com isso, paga juros. Uma alternativa, nesse caso, é recorrer ao débito automático. 

Ele também costuma pagar mais caro nas compras porque prefere as lojas de conveniência, onde os produtos têm preços maiores. O preguiçoso pode deixar o dinheiro parado na conta-corrente ou aplicar apenas na poupança porque tem preguiça de escolher outro investimento. Quem colocou 50 000 reais na poupança em janeiro de 2011 chegou ao fim do ano com um ganho de 3 600 reais, considerando uma rentabilidade nominal de 7,20%. 

Já quem perdeu um pouco mais de tempo, pesquisou investimentos e aplicou os mesmos 50 000 reais em um fundo de renda fixa, com juros de 12% ano, taxa de administração de 1,5% e Imposto de Renda de 15%, ganhou 4 462,50 reais. "A diferença parece pequena, mas ao longo do tempo esses valores aumentam muito o saldo total", diz Rogério Bastos, consultor da FinPlan, em São Paulo. Conheça seus desejos e trace um planejamento para realizá-los.



Adeus, preguiça
A disposição que o empresário paulistano Emiliano Felipe Pedro, de 37 anos, tinha para fazer atividades circenses não se refletia na necessidade de cuidar do dinheiro. "Até os 30 anos, eu só gastava, tinha preguiça de pensar em investimentos." A situação mudou depois de viver quase cinco anos em Londres com a mulher, Rachel. 

Lá, os dois participavam de uma companhia de circo e recebiam cerca de 3 000 libras por mês. "Percebemos que a libra valia muito mais do que o real e começamos a poupar", diz. Quando voltou ao Brasil, tentou montar um grande empreendimento, que não deu certo. Depois, abriu uma agência que produz espetáculos artísticos, a TrixMix, e fez um curso de finanças pessoais. 

Hoje não perde tempo quando o assunto é cuidar da sua grana. Ele mantém 40% do patrimônio em títulos do governo comprados por meio do Tesouro Direto e o restante vai para ações e fundos imobiliários.



Mesmo quem não quer confessar sabe que lá no fundo sente inveja de alguém ou de alguma coisa. "A inveja é quando você compra o que não precisa, com o dinheiro que não tem, para causar uma boa impressão em quem você não gosta", diz o consultor financeiro Mauro Calil, da Calil & Calil, de São Paulo.

Se é assim, é natural que os invejosos acabem consumindo mais do que podem para ostentar o mesmo carro ou a mesma roupa de um amigo ou parente. "Uma das grandes molas do consumo do mundo moderno é a inveja", diz Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais. 

No lado dos investimentos, a inveja é bastante presente e uma das causas do efeito manada do mercado financeiro. Essa é a dominação do fenômeno que ocorre quando algumas pessoas começam a ganhar dinheiro na bolsa e várias outras entram no mercado, como uma manada, para ganhar também. 

A mesma coisa acontece quando a bolsa despenca. O problema é que quem age dessa forma deixa de lado seus objetivos e sua estratégia de investimentos. "Se espelhar em alguém pode até ser saudável, se não for uma obsessão", diz Andre Novaes, presidente da Life Finanças Pessoais, em Campinas, no interior de São Paulo.



Tem gente que fica muito vaidosa em contar aos amigos que suas aplicações financeiras estão rendendo bem mais do que a média do mercado financeiro. Provavelmente, são pessoas bastante vaidosas. "Finanças pessoais é assunto particular. Você não deve falar com ninguém sobre elas no clube ou no restaurante", diz Rogério Bastos, consultor da FinPlan, em São Paulo. 

A vaidade, quando não está controlada, pode fazer com que você opte pelo consumo excessivo no presente e deixe de pensar no futuro. Para escapar da cilada dos gastos desenfreados, a dica dos especialistas é recorrer ao planejamento financeiro. "Ele vai ajudar a balizar seus gastos de forma eficiente", diz Marcos Silvestre, consultor de finanças pessoais. Se na vida as mulheres são mais vaidosas do que os homens, no mundo financeiro eles é que pecam mais. 

"A mulher é mais cuidadosa na hora de escolher seus investimentos e busca muitas informações. Já a vaidade masculina faz com que os homens acreditem que conhecem tudo e invistam com pouca informação. O risco de perder dinheiro nessas condições é grande", diz a economista Alexandra Almawi, da Lerosa Investimentos.



A bolsa de valores caiu 18% no ano passado e, provavelmente, você deve ter ouvido a história de alguém que investiu em ações, perdeu muita grana e decidiu nunca mais voltar para o mercado de capitais. 

Provavelmente, essa pessoa está cometendo o pecado da ira. Quando alguém está irado, não avalia os riscos de um investimento, age impulsivamente e, nesse caso, a possibilidade de perder dinheiro é grande.

Outra situação comum em que o pecado da ira aparece é durante o divórcio. "Nessa hora, quem está com raiva quer tirar todo o dinheiro do ex-cônjuge", diz Ricardo Fairbanks, consultor da Dinheiro em Foco, em São Paulo. É comum que os irados prefiram as aplicações financeiras que rendam mais — eles são investidores arrojados. Nesse caso, o melhor jeito de amenizar a ira é fazer a diversificação dos investimentos. 

Outra opção é criar uma carteira resistente às oscilações, comprando ações de companhias que atuem em setores correlacionados, como exportadoras e importadoras. Quando as importações crescem, o investidor ganha porque as ações estão em alta. Quando o fluxo da balança comercial muda, ele continua ganhando, só que com a alta das exportações.

fonte: http://vocesa.abril.com.br/organize-suas-financas/materia/dinheiro-planejamento-7-pecados-capitais-dinheiro-681312.shtml

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A vida e a obra de F. A. Hayek

Você conhece Hayek? A vida e obra desse pensador economista é revelada nesse vídeo. Aproveite!

Frederick August von Hayek (Viena, 8 de Maio de 1899 — Freiburg im Breisgau, 23 de Março de 1992) foi um economista da Escola Austríaca.
Hayek fez contribuições para a Psicologia, a teoria do Direito, a Economia e a Política. Recebeu o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1974 "por seu trabalho pioneiro na teoria da moeda e flutuações econômicas e pela análise penetrante da interdependência dos fenômenos econômicos, sociais e institucionais", que dividiu com seu principal rival ideológico, o economista socialista Gunnar Myrdal.
Nascido em Viena, em uma família de cientistas e professores acadêmicos (seu pai era professor de Botânica na Universidade de Viena), quando jovem, esteve indeciso entre seguir a carreira de economista e a de psicólogo. Escolheu a Economia e seu trabalho nesse campo é notável: em 1974, ganhou o Prêmio de Ciências Econômicas. Hayek poderia ter-se tornado um psicólogo de igual destaque: em 1952 publicou um livro sobre a percepção sensorial, The Sensory Order, que passou a ser incluído entre as obras de maior relevo na Psicologia.
Na Psicologia, Hayek propôs uma teoria da mente humana segundo a qual a mente é um sistema adaptativo. Em Economia, Hayek defendeu os méritos da ordem espontânea. Segundo Hayek, uma economia é um sistema demasiado complexo para ser planejado por uma instituição central e deve evoluir espontaneamente, por meio do livre mercado. A mesma idéia foi aplicada ao Direito: Hayek sustentou que um sistema jurídico produzido pela gradual interação entre os tribunais e os casos específicos funciona melhor que um sistema legal planejado a priori por um legislador. Na Política, propôs uma fórmula constituinte que procura garantir as idéias liberais, com ênfase no conceito de "governo limitado".
As idéias de Hayek assumem especial importância por terem servido como um contraponto teórico ao crescimento socialista, que propunha um modelo econômico pré-planejado.
Foi um dos expoentes da Escola Austríaca de Economia e um dos mais importantes pensadores liberais do século XX. Conhecido internacionalmente por suas contribuições importantes no campo da economia, a partir dos anos 1940 passou a ser igualmente respeitado pelas novas visões que trouxe ao pensamento liberal, nos campos jurídico, político, filosófico e histórico.
Embora quando muito jovem, em Viena, tenha sido socialista, diz ter percebido "...como estava no caminho errado" após ter tido contato, em 1922, com os trabalhos de Ludwig von Mises. Em 1944, publicou o best-seller O caminho da servidão (Road to Serfdom). O livro foi um brado de alerta contra os movimentos totalitários que então se expandiam na Europa continental, obra que dedicou a seus "amigos socialistas de todos os partidos". Hayek procurou mostrar que a tendência de substituir-se a ordem espontânea e infinitamente complexa de mercado por uma ordem deliberadamente criada pelo engenho humano e administrada por um sistema de planejamento central acabava resultando inexoravelmente no empobrecimento e na servidão.
A carreira de Hayek desenvolveu-se em quatro fases. De 1927 a 1931, dos 28 aos 32 anos de idade, foi diretor do Instituto Austríaco de Pesquisas Econômicas e de 1929 a 1931, professor de Economia na Universidade de Viena, onde seguiu a tradição de Menger, Wieser, Böhm-Bawerk e Mises. Em 1931, foi convidado a assumir uma cátedra na London School of Economics, onde permaneceu até 1950; tornou-se cidadão britânico em 1938. (Durante a II Guerra Mundial foi transferido para a Universidade de Cambridge, onde conviveu com John Maynard Keynes.) No ano de 1950, Hayek aceitou uma cátedra na Universidade de Chicago, o mais famoso centro americano de especialistas que defendem a economia de livre mercado. Permaneceu em Chicago até 1962. De 1962 a 1969, ocupou uma cátedra em Freiburg, base acadêmica do professor Eugen Böhm-Bawerk, onde foi Professor Emérito.(CP)* No início dos anos 1970, a produção intelectual de Hayek estava desacelerada. Seu vigor foi retomado com a conquista do Prêmio Nobel de 1974, concedido por suas teorias sobre o capital e por elucidar a interdependência dos fenômenos econômicos, sociais e institucionais.
O trabalho acadêmico de Hayek (exceto por sua contribuição para a Psicologia), divide-se em três partes: a primeira, teoria econômica; a segunda, problemas de economia política; a terceira, filosofia política e teoria do direito.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Hayek
vídeo: (libertarianismoplus) https://www.youtube.com/watch?v=8G8moqrbDRQ

A vida e o pensamento de Friedrich Hayek

Mais vídeos sobre economia e outros assuntos em: http://youtube.com/assisjrs

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dicas de links sobre capitalismo e liberalismo.


O que nós devemos pensar sobre redes de lojas?
http://www.youtube.com/watch?v=-XnM75CIiUs

Entrevista com Hans-Hermann Hoppe
http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/2011/04/sonhos-de-um-libertario.html

O direito de formar cartéis
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=273

Monopólio bom e monopólio ruim - como são gerados e como são mantidos
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1057

Protecionismo (também sobre "dumping")
http://mises.org.br/Article.aspx?id=64

Cooperação social via mercado
http://www.youtube.com/watch?v=s-MQojYtIcc

Dez lições de economia para iniciantes - Sétima lição: capital, juros e estrutura de produção
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1434

Como a democracia destrói riqueza e liberdade
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1287

Em defesa da publicidade infantil
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1385

For a New Liberty: The Libertarian Manifesto
Murray N. Rothbard
https://mises.org/document/1010/For-a-New-Liberty-The-Libertarian-Manifesto

A Ética da Liberdade
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=12

A anatomia do estado
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=69

Defendendo o Indefensável (Walter Block)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=27

Desestatização do Dinheiro (Hayek)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=57

As Engrenagens da Liberdade
http://www.libertarianismo.org/index.php/biblioteca/32-david-d-friedman/63-as-engrenagens-da-liberdade

Por que a concorrência é louvada nos esportes e condenada no mercado?
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1381

Disputa entre Sabesp e Correios atrasa contas de 180 mil moradores
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2008/11/12/ult4733u24824.jhtm

Fatos e mitos sobre a "Revolução Industrial"
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1056

Zeitgeist Moving Forward Desmascarado
https://www.youtube.com/watch?v=DWl0XkyD2oM

Quem tem medo de privatização?
http://www.youtube.com/watch?v=4-WJ5b8j9gg

Estatuto do ladrão: pelo direito de roubar!
http://www.youtube.com/watch?v=7Arl0UhLMTc

Matar ou morrer
https://www.youtube.com/watch?v=0KdHCMunOv0

Como o estado garante o monopólio das grandes empresas farmacêuticas
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=980

Livros recomendados:
For a new liberty (Murray Rothbard) - em inglês
https://mises.org/document/1010/For-a-New-Liberty-The-Libertarian-Manifesto

A Ética da Liberdade (Murray Rothbard)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=12

A anatomia do estado (Murray Rothbard)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=69

Defendendo o Indefensável (Walter Block)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=27

Desestatização do Dinheiro (Hayek)
http://www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=57

Encontre mais livros em:
http://www.mises.org.br/Ebooks.aspx?type=99
http://www.libertarianismo.org/index.php/biblioteca
https://mises.org/Literature

A Filosofia da Liberdade (Portuguese)
http://www.youtube.com/watch?v=B7DVlC3kXrM

Jorge Deve Ajudar
http://www.youtube.com/watch?v=MIPq6L5GbGQ

O Estatismo está morto - A Matrix (Parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=Cluxqjtdpr0

A História da Sua Escravidão (Stefan Molyneux)
http://www.youtube.com/watch?v=-L6EKy7thrM

Eu, Smartphone
http://www.youtube.com/watch?v=yCBsU-JKF-Q

A mensagem da liberdade em 1 minuto
http://www.youtube.com/watch?v=oRX371gikdk

Pobres precisam trabalhar o dobro dos ricos para pagar imposto
Estudo do Ipea mostra que baixa renda deve trabalhar 197 dias por ano para pagar tributos cobrados pela União
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,pobres-precisam-trabalhar-o-dobro-dos-ricos-para-pagar-imposto,395566,0.htm

Leis e justiça numa sociedade libertária (Concurso IMB)
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=605

Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=291

Em uma sociedade sem estado, os déspotas não assumiriam o controle?
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=299

O Setor Público: o Governo como Empresário
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=84

A possibilidade de uma justiça privada
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=93

O myth of national defense (Hans-Hermann Hoppe
http://mises.org/etexts/defensemyth.pdf

Queremos leis estatais ou privadas?
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=987

Liberalismo Clássico versus Anarcocapitalismo
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=482

Anarcho-Capitalism: An Annotated Bibliography
http://www.lewrockwell.com/hoppe/hoppe5.html

O setor público: desestatizando a segurança, as ruas e as estradas
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=174

Como a inflação está destruindo as estradas "privatizadas"
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=661

Sociedade voluntária (Eric Duarte)
http://www.sociedadevoluntaria.com/A_Sociedade_Voluntaria.pdf

O fundamento lógico para a privatização total
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=973

Se você gosta da natureza, privatize-a
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=89

Desestatização: como proceder e como não proceder
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=120

O problema com as favelas do Rio é o excesso de estado
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=635

O problema dos subsídios aos investimentos públicos
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1391

Como as obras públicas subtraem riqueza da população
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1378